Brasília - O Comando do Exército divulgou nota oficial lamentando a morte do comandante da força de paz no Haiti, general Urano Teixeira da Matta Bacellar ocorrido, na cidade de Porto Príncipe, Haiti, na manhã deste sábado e informou que ONU está apurando as circunstâncias que envolveram o fato. Diz ainda que o Exército está acompanhando o trabalho de investigação policial. Leia a íntegra da nota: " O Exército Brasileiro lamenta profundamente o falecimento do General-de-Brigada Urano Teixeira da Matta Bacellar ocorrido, nesta manhã, na cidade de Porto Príncipe - Haiti.
Aí eu te pergunto: QUE RAIOS A TROPA BRASILEIRA FOI FAZER NO HAITI? Será que a miséria do povo brasileiro é tão pouca que o nosso exército resolveu ir combater a dos vizinhos em prol da fraternidade e paz entre os povos OU o nosso governo, para ganhar um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, faz Tudo-o-que-o-mestre-mandar? Que pergunta difícil meu Deus...
Aliás analisemos o que é que o nosso país precisa alcançar para que ganhemos a tão suada cadeirinha:
1) Ter uma diplomacia atuante e execer uma liderança firme e convincente, pelo menos na América Latina:
Isso é: Parar de brigar com México e Argentina e botar bronca na porcaria da liderança do Mercosul.
2) Vencer a resistência de outros países (México, Paquistão, Espanha) que também são candidatos ao mesmo posto, pois não haverá lugar para todos:
Isso é: Ganhar destes países fora dos gramados e sem uma bola no pé.
3) Poder contar com Forças Armadas bem treinadas e equipadas, prontas a intervir em qualquer parte do mundo;
Isso é: Ser um ctrl+c ctrl+v da OTAN.
4) Recursos financeiros, para quitar contribuições atrasadas com a ONU e para enviar e manter nossas tropas no exterior;
Isso é: Primeiro devemos conquistar recursos financeiros para manter as nossas tropas no nosso prórpio território, já que uma das maiores causas de dispensa do serviço militar obrigatório é o chamado Excesso de Contingente (lê-se Falta de Comida e Sapatos).
5) Criar uma força de intervenção rápida, profissional, com equipamentos e veículos de combate transportáveis, com meios navais e aéreos adequados para apoiá-la além de nossas fronteiras.
Isso é: Caso nós consigamos isso, tomara que também utilizemos esta "força de intervenção rápida" no combate ao nosso narcotráfico que com certeza deve matar tanta gente quanto naquele país que é mais ou menos do tamanho do Rio de Janeiro.
Como diria aquela música do Caetano e do nosso Ministro da Cultura: "O Haiti é aqui, O Haiti não é aqui."

Os meus heróis morreram de overdrive.