Síndrome de Garfield
Cheguei à pouco tempo do maldito trabalho da faculdade mais morto que ator da Buttman depois das gravações (ainda fui obrigado a dividir ônibus com uns fanfarrões que estavam indo à praia comer frango de padaria e carregar metade da areia da praia para casa dentro da ceroula). Como de praxe eu ia ligar o pc, o MSN e constatar
"Coé a BOUA de hoje", mas um sentimento letárgio avassalador invadiu o meu ser, me obrigando a ficar estatelado aqui na cadeira do micro que nem uma porca lactante o resto do dia.
Até que está bem legal: Marvin Gaye tocando no player, cueca de algodão, um balde de coca-cola gelada do lado e daqui à pouco umas pipoquinhas assim que a preguiça me permitir fazê-las. É o sonho burguês ! Só faltou a massagem tailandesa e o banho de esponja...
O telefone tocou e eu não atendi. Atender pra quê ? Não tem ninguém em casa e está muuuuuito longe daqui o telefone. Vou ter de ir atéééé a sala (numa casa de 58m²) pra atender uma ligação que com certeza vai terminar com um "não, não é aqui/não estou interessado em ter o seu cartão de crédito/dane-se se você está pelada, eu quero dormir, utilize o seu dedo" e et ceteras. Se for alguma emergência eles que tentem o 190, 193, 195 e etc! Aliás eu nem devia estar postando aqui hoje, porque geralmente quando a gente está cansado, morgado e evitando mais a fadiga do que o carteiro Jaiminho é que se costuma
fazer as coisas só pela metade, o que pode causar um erro na interpretação dos